Nome:
Data Nascimento: 7/6/1839
Sexo: Masculino
Informações:
Natural do arraial de Pinheiro (atual Pinheiros Altos, distrito de Piranga, MG). Fez os estudos secundários no colégio do Cônego Roussin, em Mariana (MG), onde concluiu os preparatórios em 1856. Diplomou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo (SP), em 1862. Ainda estudante, foi redator dos jornais O Timbira e O Futuro, tendo também aderido ao Partido Liberal. Atuou como advogado e exerceu a função de Secretário da Repartição de Polícia em Ouro Preto (MG). Entre 1864 e 1867 foi Deputado à Assembleia Provincial e, em seguida, Deputado à Câmara Geral do Império, em 1867 e 1868. Em 1868, fundou, juntamente com Affonso Celso, o diário A Reforma. Em 1877 voltou à Câmara Geral, à qual foi reconduzido na legislatura seguinte (1878-1880). Em 1884 foi nomeado Presidente da Província do Rio de Janeiro, cargo em que se ocupou principalmente do problema da escravidão, cujos malefícios, como declarou em relatório elaborado em 1885, atingiam todos os ramos da atividade nacional. Foi novamente deputado na última legislatura do Império (1886-1889), tendo-se declarado republicano na última sessão, em 11 de julho de 1889. Participou do processo que culminou com a proclamação da República, tendo sido nomeado, por Deodoro da Fonseca, Governador Provisório da Província de Minas Gerais, de 25 de novembro de 1889 e 10 de fevereiro de 1890. Em 1890, assumiu o Ministério do Interior, tendo sido eleito, em setembro do mesmo ano, Senador por Minas Gerais para o Congresso Constituinte Federal e para a primeira legislatura ordinária (1890-1893). Em 15 de julho de 1891 foi eleito, pelo Congresso Legislativo Mineiro, o primeiro Presidente Constitucional do Estado, para o período de 1891-1894, cargo a que renunciou em 17 de fevereiro de 1892. De 1899 a 1900 foi ainda Prefeito do Distrito Federal (Rio de Janeiro) e, em seguida, Presidente do Loyde Brasileiro e da Companhia Oeste de Minas. Colaborou nos jornais O Dia, do Rio de Janeiro, O Farol, de Juiz de Fora (MG), Diário de Minas, de Belo Horizonte (MG), e A Opinião Mineira, de Ouro Preto. Publicou os livros O empréstimo externo (1874), Discursos parlamentares (1876) e Um ministro negociante (1877). Casado com Amélia Calado de Miranda, de quem teve os filhos abaixo. Faleceu no Rio de Janeiro, em 3 de dezembro de 1903. (cf. Monteiro, Dicionário biográfico de Minas Gerais, v. 1, p. 28-29)
Filiação:
Pai:
José Cesário de Faria Alvim
Mãe:
Thereza Januária Carneiro
Filhos:
Filhos:
Victor Cesário de Faria Alvim
Silvia Alvim
Guiomar Alvim
Dácio Alvim
Francisco Cesário Alvim
Avós:
Avós Paternos:
Joaquim José de Faria Lana
Anna Angelica Souto Maior Alvim
Avós Maternos:
Antonio Januario Carneiro
Francisca Januaria de Paula Carneiro