Nome:
Data Nascimento: 4/6/1878
Sexo: Masculino
Informações:
Natural de Capela Nova das Dores (atual Capela Nova, MG). Casado com Jovercina de Assis Moreira, de quem teve os filhos abaixo. Tinha por hábito fazer anotações sobre sua vida e sua família, deixando um caderno que serviu de ponto de partida para sua neta, Ilka de Castro Moreira Villela, escrever o livro "Laços de família", de que se reproduzem os trechos abaixo: "As passagens de minha vida desde minha infância: Nasci aos 4 de julho de 1878, nos Paivas, na fazenda do Bom Retiro, era Vigário da Paróquia o Revmo. Padre Manoel Francisco do Carmo, que me batizou no mesmo mês. Em fevereiro de 1886 entrei para a escola, aqui na rua. O professor era o Sr. Manoel Antônio Costa Araújo. Vim para o arraial com a idade de 19 anos e meio. Completei os 20 anos e neste mesmo ano (1898) mudamos para chácara, onde fiquei por 4 anos. Em 1902 o Revmo. Pe Duarte da Silva Cota fez o meu casamento, com Jovercina de Assis Moreira (Sá Jove). O padre Manoel assistiu e tirou retrato junto ao grupo do casamento. Morei com meu sogro três anos. Fiz minha casa na Jabuticabeira, mudei para ela em Outubro de 1905, aí fiquei até o dia 13 de agosto de 1913, data esta que comprei a Ponte. Aí fiquei desta data até o dia 22 de maio de 1946, data esta que mudei para Capela Nova das Dores. Voltamos para Ponte no dia 10 de Novembro de 1963. O Papai nasceu na fazenda denominada Candonga, era distrito de Santa Anna do Morro do Chapéu (Santana dos Montes), onde morreu o pai dele, José Luiz de Souza. Sua mãe, Maria Rosa, ficou viúva e se casou com Bento Henriques dos Santos, este não demorou vendeu tudo que ela possuía, em tempo da escravatura. Vendeu fazenda, escravos, gados e tudo mais que tinha na referida fazenda, depois abandonou a viúva, que foi morar com a filha Maria Clara, que era casada com Alcides Lopes de Faria. O Papai casou-se em julho de 1877. Morou com o sogro por dois anos. Depois fez uma casa onde morou até janeiro de 1898. Veio para o arraial, comprou do tio Luiz Moreira o terreno denominado chácara, perto da Ponte, que foi do Sr. Francisco Lopes de Assis. Ficamos no arraial só o prazo de fazer a casa, em novembro do mesmo ano mudamos para a referida chácara. Mamãe nasceu na fazenda dos Paivas, do avô dela, João Francisco de Paiva, na beira do Rio Piranga, em 27 de fevereiro de 1858. Faleceu em 9 de julho de 1955, em Capela Nova das Dores. O meu sogro casou em janeiro de 1884, foi morar com a mãe na fazenda do Paivas, até 1887. Ele arrematou em praça, a chácara, perto da Ponte, reconstrui-a e mudou para esta em 1888, esta foi incendiada, virou cinza. Ele veio para o arraial em 1889, abriu um negócio de fazenda, negociou até 1896. Em 1899, mudou para Ponte, sítio que foi do Sr. Jacob Vieira. Em 1914 ele voltou para o arraial tornou a abrir negócio de fazenda. Ficou viúvo em 1918. Em 1919, casou-se pela segunda vez com a Sra. Maria Cândida Gonçalves, filha de Antônio Gonçalves. Ficaram morando no arraial até o ano de 1928, data em que eles voltaram para roça. Constituiu nova família, e nasceu a primeira filha Maria, que com pouca idade faleceu. Nasceram depois Maria, Celina, Luiz, Raimunda, Paulo, Ilda e Efigênia. Em 12 de agosto de 1937, ele faleceu no lugar denominado Jabuticabeiras, terrenos estes de herdeiros, uma parte herança da mãe e sogra. Ele ficou com o negócio de fazenda, casa na rua, e algumas criações de gado. Tinha uma sobra de terras, que ele deu para os filhos com uma pequena reposição de dinheiro, a quantia de seiscentos cruzeiros. Esta morada pertencia ao Henrique Moreira. A Jove entrou na escola em 1893, sendo a Professora a D. Adelaide Augusta Guimarães, depois passou para escola da Senhorita Maria Augusta de Assis. Em maio de 1913, comprei a Ponte do tio Luiz Moreira. Eu vim para Ponte em Agosto de 1913, tratei da lavoura de fumo uns três anos, até 1917. A Ponte tinha 21 alqueires de terra em pasto e cultura com bastante cana plantada. Tratei do canavial que morreu em 1914. Vendi as rapaduras de 7 a 10 mil reis a carga. Neste mesmo ano plantei um fumal, deu uma fumada superior. Vendi para o Sr. João Ferreira de Paiva, vulgo João Menino, 500 metros por quatrocentos mil reis. A compra da Ponte custou 12 contos de réis, com a transmissão ficou em 12 contos e quinhentos mil réis. Ajuntei o cobrinho que tinha, vendi um gadinho que tinha, apurei 6 contos e quinhentos, fiquei devendo a importância de 6 contos. Mas, Deus me ajudou, em 1915 safei da dívida, mesmo com os gêneros baratos. O toucinho vendi umas 300 arrobas, a dez mil reis. Comprei o pasto catinga, do Augusto da Ponte em 1925. Em 1926, comprei do João Rodrigues dos Santos o lugar denominado Raimundos. No mesmo lugar, em janeiro de 1930, comprei do Sr. Nicolau Ferreira Gonçalves, 5 alqueires e meio. Comprei um pasto do Procópio Gomes, que foi do Tonio Henriques, em seguida comprei um pedaço do Nhô Henriques, aí liguei com os terrenos do Papai; este faleceu eu comprei partes de alguns herdeiros, aí liguei estes terrenos com a Ponte. Depois, este terreno que foi do Procópio e do Nhô, eu troquei com o Juca Assis por um terreno que ele tinha nos Maias, que foi de Herculano Lopes Nunes, esta troca foi mais ou menos 1943 ou 1944. Fizeram a casa desta fazenda os seguintes: José Moreira de Souza, genros e Antônio dos Santos; os filhos do Antônio Henriques de Paiva, João Henriques de Paiva e José Henriques dos Reis, este morou mais pouco tempo e veio para o arraial. Os vizinhos mais de perto eram: José Murundu, com as irmãs Joaquina e Anna, mesmo aí pertinho morava João Murundu com grande família. Um pouco adiante morava um crioulo casado com Rita Murundu, de nome Mateus, era conhecido por Mestre Mateus, marceneiro de primeira, tanto que diziam que ele trabalhou nos altares de nossa Matriz. Seguindo para o arraial mais adiante morava José Rondão que era casado com Rosa, tinha grande família. Um pouco adiante morava Geremias casado com Carlota, mais adiante no pé do morro à direita morava um crioulo por nome Liandro, era casado com uma mulher surda e seu nome era Anna. Este Liandro trabalhava de ourives, a esquerda morava Joaquim Guedes que era casado com Corata, tinham duas filhas, Maria Carolina e Baldoina. Subindo o morro, à direita morava Eufrázio casado com Juana, tinham dois filhos João e José (este foi morto de uma tucalha). A esquerda morava Firmino Rondão casado com Maria. Á direita, subindo, morava a viúva de José Pompeo, com os seguintes filhos: João Moura, Salustiano, Joana, Mário, Barbara e Flauzina. Seguindo, à direita, mais adiante morava uma viúva, seu nome Dorcilina, à esquerda morava Antônio José Dias Campos, por alcunho Coruja. Mais acima do mesmo lado morava, Manoel Novato Esteves casado com Maria Helena, tinham os seguintes filhos: Benjamim Esteves, João Esteves, Gervázio Esteves, e as filhas Maria Inez, Maria da Cruz, Augusta e Malvina. Este pessoal estava vivo no meu tempo de menino de escola, isto é, de 1887 em diante. O José Luzia veio para meu poder com a idade de 5 para 6 anos. Ficou toda vida em minha companhia. Nasceu em junho de 1901, na fazenda dos Paivas, em Capela Nova. Faleceu no dia 22 de dezembro de 1966, com a idade de 65 anos e 5 meses. Os padrinhos que batizaram meus filhos: Mariquita, o avô Francisco Lopes de Assis e a avó Maria Cândida de Assis. Sá Nita, o avô José Moreira de Souza e a avó Francisca Maria das Dores. Carmelita, Luiz Henriques de Paiva e Philomena de Assis. Geraldo, Anyzio Lopes de Assis e Marfizia de Albuquerque. Alice, Alfredo Moreira de Souza e Maria da Anunciação de Assis. Edith, Procópio Gomes da Silva e Maria Umbelina Gomes. Maria José, José Pedro da Fonseca e Joaquina Rosa de Jesus. José, Hilário Moreira de Souza com a viúva Malvina de Assis, este faleceu com idade de 10 meses. Sebastião, Luiz Moreira de Souza e Maria Carolina de Faria. José, Henrique Moreira de Souza e Conceta Assis. Maria da Conceição, Joaquim Sebastião de Faria e Maria Rita Moreira. Terezinha, José Henriques de Assis e Maria Magdalena Gomes. Raimunda (Dadá), Salatiel Lopes de Faria e Jovercina Galdina Monteiro de Faria. A Mariquita mudou da Ponte para o Bom Jardim no ano de 1924, morou lá até o ano de 1932, nesta data ela voltou para a Ponte. Nesta data eu mandei o Juca desmanchar a casa e eu a transportei para cá e reconstruímos no pasto da Ponte, onde a Mariquita morou bastante tempo. Depois compraram a casa da Mamãe mudaram para lá. Eles moraram uns oito ou nove anos. Mudaram para os Maias lá estiveram também uns oito ou nove anos. O Zequita, no dia 13 de agosto de 1935, caiu de um cavalo e machucou a cabeça horrivelmente, foi preciso ser costurado o couro da cabeça, isto foi feito pelo Dr. Abelar Rodrigues Pereira, quem continuou fazendo curativo foi o farmacêutico, José Lopes de Assis Filho. Este machucado levou 37 dias para sarar, desta data há um mês ele ia fazer 12 anos, aos 12 de setembro de 1935. Em 1950 entreguei minha fazendinha aos filhos. Sendo a Ponte, incluído 15 alqueires na chácara que foi do Papai, uma gleba pequena no buraco da cana, uma um pouco maior na Ponte da Terra, outra bem maior no lugar denominado Raimundos, e também a casa aqui na rua. Os terrenos que o Geraldo comprou na Ponte: O primeiro foi a moradinha do Christiano Lopes de Assis; o segundo foi em pedaço dos Norbertos lá nas Quiteras; o terceiro foi do Herculano Lopes, a Lagôa; o quarto foi um resto do Alfredo Moreira; o quinto foi o que dei a Edithe, na Ponte de Terra. O sexto eu vendi para ele 4 quatro alqueires (isto foi quando eu fiz a doação aos filhos), o sétimo foi o que eu dei, o oitavo ele comprou do Sebastião e do Zequita; o nono ele trocou com o Juca e a Mariquita, por uma chacarazinha nos Maias, voltou da troca vinte e cinco mil cruzeiros. O décimo ele comprou do Sô Dino Pereira, aí no encosto, por seis milhões e duzentos cruzeiros novos; o décimo primeiro ele comprou do Xiquito de Paiva, na Ponte da Terra, por sete milhões e quinhentos cruzeiros novos. Os carpinteiros e pedreiros entregaram a casa nova da Ponte ao Geraldo, no dia 20 de outubro de 1959. Os oficiais são os seguintes carapinos: José A. Gomes, Nicolau T. Matos; pedreiros Geraldino Lopes Canuto e José Luiz Barbosa. Ganharam ambos e cento e vinte cruzeiros por dia. O Zequita mudou para Barbacena no dia 8 de maio de 1961. Comprou uma casa em Barbacena de sociedade com a Dodôra por setecentos e vinte mil cruzeiros. Passaram a escritura no dia 16 de outubro de 1961. Com a transmissão da escritura e tudo mais ficou oitocentos e vinte e tantos contos de réis. Depois de um ano mais ou menos o Zequita trocou com a Dodôra, a casa dele aqui em Capela Nova, pela parte que ela tinha na casa que eles compraram em Barbacena. O Sebastião mudou para Barbacena no dia 12 de fevereiro de 1964, foi ser sócio na Primavera com Sr. Campos e outros. Isto foi em uma quarta-feira de Cinzas. O Zequita também entrou na sociedade na mesma data acima. Sebastião,"arritirou" da sociedade em 1969. Abriu um negocinho no dia 1º de abril de 1970. De 1964 a 1966, o Geraldo plantou, eu tratei dos fumais e fizemos os fumos. No dia 22 de maio de 1965, batizamos uma filhinha da Raimunda, filha do compadre Eduino, que nasceu no dia 09 de maio de 1965. O nome da menina Margareth. Fui visitar os meninos em Barbacena no dia 29 de maio de 1965. Lá fiquei até o dia 02 de junho do mesmo ano para assistir a chegada de Nossa Senhora Aparecida, foi uma chegada nunca vista, uma quantidade de gente incalculável. Neste mesmo dia, às dez horas da noite eu regressei a Capela Nova. Nas férias de julho de 1965, o José Geraldo de Castro Moreira, Ildeu de Castro Moreira e Marly de Castro Moreira, passaram aqui na Ponte conosco, quatro dias que nos deu muito prazer. A Imaculada formou em Barbacena no dia 03 de dezembro de 1966. Dalva formou dia 4 de dezembro de 1967. Em 19 de janeiro de 1966, o Sebastião aproveitou as férias e veio para Capela Nova, com toda família para dar balanço no negócio e dar sociedade ao Geraldino Fonseca. Ficaram conosco aqui na Ponte do dia 19 até 23 de janeiro de 1966. Nas férias de 1967, José Geraldo e Ildeu vieram no dia 02 de janeiro. No dia 05, o Sebastião veio com a Marina e as meninas, ficaram aqui na Ponte até o dia 08 de janeiro de 1967. Aproveitaram e deram balanço no negócio. Nas férias de julho de 1967, Sebastião veio com a família aqui para a Ponte, passou conosco do dia 14 até o dia 19 de julho de 1967, data esta que eu estava muito doente. Nas férias de julho de 1968, o Sebastião veio com a família. Ele voltou, a família ficou aqui 8 dias. Foram à Espera ficaram lá com Edith 3 dias, no dia que completou os 8 dias eles regressaram a Barbacena. Maria da Consolação formou em Conselheiro Lafaiete em Dezembro de 1967. Em março de 1968, ela começou a lecionar no Grupo Escolar Vigário Duarte em Capela Nova das Dores. No dia 18 de março de 1967, fui para Conselheiro Lafaiete tratar de doença na urina, comecei a tratar aí, nove dias depois fui para Barbacena. Fiquei na maternidade oito dias, as despesas ficaram caras, os filhos pagaram para mim, cada um cinqüenta e um conto e trezentos e trinta cruzeiros. São os seguintes: Geraldo, Carmelita, Alice, Edith, Zezé, Sebastião, Zequita, Mariinha, Dadá. Ainda paguei noventa e oito contos e setecentos e cinqüenta cruzeiros. Em dezembro de 1968 vendi minha casa na rua para o Prefeito Afonso Pereira, para a Prefeitura por quatro milhões, e parti com os filhos que são 12, coube a cada um a quantia de 3.33333333. O Sebastião me deu a parte dele. Romildo Gomes (primo) faleceu no dia 28 de fevereiro de 1968. Dodó faleceu dia 15 de março de 1927. Maria Imaculada Moreira da Fonseca, formou dia 30 de dezembro de 1969, em Barbacena. No dia 1º de maio de 1970, vieram aqui na Ponte, para tirar retrato, o Zequita com a Geralda, Dr. Raimundo com Imaculada e o filhinho, Dalvinha, Anísio, Marfizia e o sogro e a sogra (da Imaculada), eu e a Jovercina. O Padre José Duarte de Souza é filho de Luiz de Souza Baêta e D. Emília de Albuquerque Cezar, nasceu em Março de 1899, em Capela Nova das Dores. O Sr. Anacleto Henriques Rosa casou no segundo matrimônio com D. Adelaide de Assis. Este casal viveu uns 40 anos. Anacleto morreu uns 02 anos antes de D. Adelaide. Completamos nossos 60 anos de casados no dia 12 de julho de 1962. Fomos passar este dia na fazenda do Sô Tino, juntamente com ele, a Edith, e toda a família dele. Fomos na matriz de N. Senhora da Piedade, onde assistimos a Santa Missa e comungamos em agradecimento de tantos favores recebidos do V. Santíssimo. Mais tarde compareceu na fazenda do Amante, o farmacêutico e chefe do Banco da Lavoura em Belo Horizonte, João Benjamim Pinto Pereira, sua Sra. D. Clélia Pereira, seu filho José Eustáquio e um filho do Teotonio Almeida. Dos meus, Geraldo com Landa, Geraldino Pereira com Zezé, Carmelita com Raimundo e Marizita, Juca Moreira, Terezinha, Sebastião com Marina e Maria da Conceição (Mariinha). No dia 16 do mesmo voltamos para Capela Nova. Os filhos nos presentearam com um bom rádio. No dia 04 de julho de 1966, eu e minha senhora, fomos a Santa Missa na Matriz de Nossa Senhora das Dores, sendo o celebrante o Revmo. Padre José Duarte de Souza, que me ofereceu a missa, porque era o dia de meu aniversário. Recebemos a comunhão em ação de graças de Deus nos ter dado tantos anos de vida. Criamos 13 filhos. Nasceram Maria (Mariquita), Ana (Sá Nita), Carmelita, Geraldo, Alice, Edith, Maria José (Zezé), José (este que inteirava oito faleceu com dez meses de idade), continuou Sebastião, José (Zequita), Maria da Conceição (Mariinha), Terezinha, Raimunda (Dadá). "Descevidença" destes filhos, 104 netos, 140 bisnetos e 5 trinetos, até esta data que completei 88 anos de idade e minha companheira 79 e 9 meses de idade. Casamos no dia 12 de julho de 1902, até esta data completamos 64 anos de casado. A 1ª filha Maria nasceu no dia 9 de outubro de 1903 e faleceu dia 12 de dezembro de 1958. Capela Nova,04 de julho de 1966. Assinado: José Luiz de Souza Moreira e Jovercina de Assis Moreira. No dia 18 de março de 1967, fui para Lafaiete tratar de saúde, de lá fui para Barbacena, fiquei 10 dias em cada lugar. Depois de completar meus 89 anos, adoeci. O dia que eu completarei os 90 anos está próximo, é 04 de julho de 1968. (continuando doente). Se Deus quiser completarei. Completei os noventa anos no dia 04 de julho de 1968. Isto foi na casa do Xiquito de Paiva e da Dadá, em Capela Nova das Dores. Na casa da Dadá, compareceu bastante gente da família. Eu tinha feito uma promessa à N.S. das Dores, e ao Sagrado Coração de Jesus, confessei, comunguei e cumpri a promessa. No dia 04 de julho de 1969, completei meus 91 anos de idade, em Barbacena. Fui com Zequita e a Ilka, a Igreja da Boa Morte, lá confessei, assistimos a santa missa e comungamos. No dia 06 eu regressei a Capela Nova. No dia 02 de julho de 1970, fui para Barbacena lá fiquei até o dia 04, quando eu completei 92 anos de idade, neste mesmo dia fui para C. Lafaiete lá fiquei até o dia 6 do mesmo mês." (cf. Villela, Laços de família, p. 15-28; Milagres, Os Pereira Brandão, in Caminhos do Cerrado, p. 429)
Filiação:
Pai:
José de Souza Moreira
Mãe:
Francisca Maria das Dores
Filhos:
Filhos:
Maria Brígida Moreira´
Anna Moreira
Carmelita de Assis Moreira
Geraldo de Assis Moreira
Alice Moreira da Fonseca
Edith de Assis Fonseca
Maria José Moreira Pereira
José
Sebastião de Assis Moreira
José de Souza Moreira
Maria da Conceição Barbosa
Terezinha Moreira de Albuquerque
Raimunda de Assis Moreira de Paiva
Avós:
Avós Paternos:
José Luiz de Souza
Maria Rosa
Avós Maternos:
José Henriques Pereira
Felicidade Maria dos Reis